segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Lista de Preocupações

Meus queridos e queridas, sou grato ao Senhor Jesus pela oportunidade de ter estado com vocês durante todo o ano de 2010. Acredito que Deus reservou um 2011 de muitas realizações para nós!!! Quero aproveitar, já que o novo ano bate em nossas portas, e lhe convidar para transformar á lista de preocupações em lista de orações!!! acredito ser um bom passo para trilharmos esse novo momento!!




Sentada dentro do carro, sob a sombra de uma árvore na hora do almoço, Sabrina estava preocupada com alguns assuntos. Repetinamentte, um cardeal, com uma minhoca gorda pendurada na boca em seu bico, pousou perto da porta de seu carro e dirigiu-lhe o olhar. O cardeal trouxe a vívida lembrança das palavra de Jesus em Mateus 6: 25 -26: "Não andeis ansiosos pela vossa vida[...]Observai as aves do ceú: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros: Contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?

Comence uma lista de preocupações. Escreva aquilo que o preocupa. As contas, o seu trabalho, os seus filhos ou netos, a sua saúde, o futuro.


Trasnforme a sua lista de preocupação numa lista de oração. Peça ao Senhor que trabalhe nessas situações que o preocupa. Ore especificamente por suas necessidades, e confie nele.


Transforme a sua lista de oração numa lista de atitudes. Se você tiver alguma ideia sobre o que puder ser feito para resolver suas preocupações, pratique-a.

Por que não começar a sua lista de preocupações agora?



O que se tornou motivo de oração, não deveria sser motivo de preocupação.

terça-feira, 16 de novembro de 2010


Ninguém poder ser um cristão e não produzir fruto algum. De fato, todos os cristãos produzem alguma quantidade do fruto do Espírito. Não é que uns recebem o fruto do amor e outros o fruto da alegria. Todos os frutos devem se manifestar em todos os cristãos.
O grau da manifestação do fruto do espírito pode variar de cristão para cristão, e até eventualmente na vida cristã individual. O Espírito Santo produz o fruto. O fruto do espírito é parte da obra do Espírito de santificação. Santificação não é uma obra monergística, é sinergística: envolve e requer a cooperação do crente. Nós estamos desenvolvendo a nossa salvação enquanto ao mesmo tempo Deus está trabalhando em nós.
Nada do nosso trabalho em santificação produziria fruto algum se Deus não estivesse trabalhando em nós. Enfim, o fruto é dEle já que Ele é a fonte e a força deste fruto. Mas a quantidade plena do fruto do espírito requer que Nós trabalhemos. Não temos que trabalhar despreocupadamente ou às vezes. Nosso trabalho deve ser feito com temor e tremor.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Reforma, uma necessidade constante


A Reforma não foi um desvio do cristianismo primitivo, mas uma volta a ele. A igreja havia se desviado das veredas da verdade e a Reforma foi um movimento para colocar a igreja de volta nesses trilhos. Um dos lemas da Reforma era: “Igreja Reformada, sempre reformando”. O que isso significa? Não significa certamente que a igreja precisa ir se amoldando à cultura prevalecente de cada época e sim que a igreja precisa voltar-se continuamente às Escrituras para não se conformar com a cultura prevalecente de cada época. Não é a cultura que julga as Escrituras, mas as Escrituras que julgam a cultura. O primeiro pilar da Reforma foi “Só as Escrituras”.
Muitas igrejas herdeiras da Reforma, seduzidas pelo encanto das filosofias engendradas pelo enganoso coração humano, afastaram-se daquelas verdades essenciais da fé cristã e capitularam-se às novidades heterodoxas. Queremos, aqui, apontar alguns desses desvios:
1. A doutrina sem vida. A Reforma trouxe não apenas uma volta à Palavra, mas, também, uma volta à piedade. Uma das exigências dos puritanos era: doutrina pura e vida pura. Não podemos separar a doutrina da vida, a teologia da prática, a ortodoxia da piedade. A vida piedosa é consequência da sã doutrina. Uma igreja trôpega na Palavra jamais estará na vanguarda da luta pelo restabelecimento dos valores morais absolutos.
2. A vida sem doutrina. Se a doutrina sem vida deságua em racionalismo estéril, a vida sem doutrina desemboca em misticismo histérico. Esse foi o equívoco do Pietismo alemão do século dezoito, que cansado da doutrina sem vida, foi para o outro extremo e pleitiam vida sem doutrina e acabou caindo num experiencialismo heterodoxo. Há muitos indivíduos que, em nome da fé evangélica, deixam de lado as Escrituras e buscam uma espiritualidade edificada sobre o frágil fundamento das emoções. Buscam experiência e não a verdade. Buscam uma luz interior e não a luz que emana da verdade de Deus. Correm atrás de gurus espirituais, guias cegos, que arrastam consigo, para o abismo do engano, seus incautos seguidores.
3. O liberalismo teológico. O liberalismo teológico nasceu do ventre do racionalismo iluminista. O homem, cheio de empáfia, decidiu que só poderia aceitar como verdade o que a razão humana pudesse explicar. O resultado imediato foi a negação das grandes doutrinas do cristianismo como a criação, a redenção e a ressurreição. A Bíblia foi retalhada, mutilada e torcida. Os seminários que outrora formaram teólogos de renome e missionários comprometidos com a evangelização dos povos foram tomados de assalto por esses liberais e muitos pastores formados nesses seminários despejaram esse veneno mortífero dos púlpitos nas igrejas e o rebanho de Deus, desorientado e faminto do pão da Vida, foi disperso. Há milhares de igrejas mortas pelo mundo afora, vitimadas pelo liberalismo teológico. Precisamos entender que a verdade de Deus é inegociável. A igreja que abandona a sã doutrina morre.
4. O sincretismo religioso. O Brasil é um canteiro fértil onde floresce o sincretismo religioso. Mais e mais igrejas aderem a essa prática para atrair pessoas. Templos lotados e multidões sem conta se acotovelam em grandes concentrações públicas para buscar um milagre, uma cura ou uma experiência que lhes mitigue a angústia, que só o evangelho de Cristo pode oferecer. Precisamos de uma nova Reforma que traga de volta a igreja para a Palavra. Precisamos de seminários que não se dobrem à sedução dos liberais nem se entreguem ao pragmatismo ávido por resultados. Precisamos de pastores que amem a Cristo e sejam fiéis às Santas Escrituras para alimentar o rebanho de Deus com o trigo da verdade em vez de empanturrá-lo com a palha do sincretismo religioso. Precisamos de uma igreja bíblica, viva, santa, cheia do Espírito, alegre, vibrante e operosa. Uma igreja herdeira da Reforma e continuadora da Reforma
!

sábado, 5 de junho de 2010

A ALMA NA UTI…

Uma das maiores fontes de manutenção do amor entre os humanos, a paternidade/maternidade, está na UTI.
O mais poderoso de todos os alteradores de estado de ser e crer que existe entre os humanos, a missão de mãe, está ainda presente em um remanescente fiel, mas a árvore está cortada até a cepa.
A velhice virou 3ª idade, sem reverência e sem carinho.
A infância se tornou um show e um desfile de aquisições, de um lado, ou de mendicância, de outro.
A adolescência acontece nas câmaras virtuais, subjetivas, ausentes, autistas, em pânico energético.
A juventude se perdeu na imaturidade sem tempo pra acabar, visto que a bobagem se tornou o projeto da existência.
A vida adulta está perdida entre a inveja adolescente da juventude etária, e o pânico da inevitável 3ª idade — medo decorrente da culpa em razão de como tratam os pais envelhecidos.
E pensar que um dia João disse:
"Pais, eu escrevo para vocês porque vocês conhecem a Deus desde o principio.
Jovens, eu escrevi a vocês porque vocês são fortes, porque o amor de Deus permanece em vocês, e porque vocês têm vencido o maligno.
Filhinhos, o amor de Deus está em vocês".
Infinitamente pior do que assistir à morte do Planeta é ver todos os dias a morte do homem pela morte do amor.

Caio Fábio

Abraços de Diego Cardoso

quarta-feira, 14 de abril de 2010

EU, ETIQUETA



Paz internauta do Senhor!! Vamos refletir um pouco sobre o poema de Carlos Drummond!!.







Em minha calça está grudado um nome Que não é meu de batismo ou de cartório Um nome... estranho. Meu blusão traz lembrete de bebida Que jamais pus na boca, nessa vida, Em minha camiseta, a marca de cigarro Que não fumo, até hoje não fumei. Minhas meias falam de produtos Que nunca experimentei Mas são comunicados a meus pés. Meu tênis é proclama colorido De alguma coisa não provada Por este provador de longa idade. Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro, Minha gravata e cinto e escova e pente, Meu copo, minha xícara, Minha toalha de banho e sabonete, Meu isso, meu aquilo. Desde a cabeça ao bico dos sapatos, São mensagens, Letras falantes, Gritos visuais, Ordens de uso, abuso, reincidências. Costume, hábito, permência, Indispensabilidade, E fazem de mim homem-anúncio itinerante, Escravo da matéria anunciada. Estou, estou na moda. É duro andar na moda, ainda que a moda Seja negar minha identidade, Trocá-la por mil, açambarcando Todas as marcas registradas, Todos os logotipos do mercado. Com que inocência demito-me de ser Eu que antes era e me sabia Tão diverso de outros, tão mim mesmo, Ser pensante sentinte e solitário Com outros seres diversos e conscientes De sua humana, invencível condição. Agora sou anúncio Ora vulgar ora bizarro. Em língua nacional ou em qualquer língua (Qualquer principalmente.) E nisto me comparo, tiro glória De minha anulação. Não sou - vê lá - anúncio contratado. Eu é que mimosamente pago Para anunciar, para vender Em bares festas praias pérgulas piscinas, E bem à vista exibo esta etiqueta Global no corpo que desiste De ser veste e sandália de uma essência Tão viva, independente, Que moda ou suborno algum a compromete. Onde terei jogado fora Meu gosto e capacidade de escolher, Minhas idiossincrasias tão pessoais, Tão minhas que no rosto se espelhavam E cada gesto, cada olhar Cada vinco da roupa Sou gravado de forma universal, Saio da estamparia, não de casa, Da vitrine me tiram, recolocam, Objeto pulsante mas objeto Que se oferece como signo dos outros Objetos estáticos, tarifados. Por me ostentar assim, tão orgulhoso De ser não eu, mas artigo industrial, Peço que meu nome retifiquem. Já não me convém o título de homem. Meu nome novo é Coisa. Eu sou a Coisa, coisamente.

Quanto Custa o consumo em sua vida?

Deus continue abençoando!!

Diego Cardoso!






terça-feira, 16 de março de 2010

UNIDOS SEMPRE!!!


Graça e paz internauta do Senhor! O texto que proponho, discorre sobre um tema bastante pertinente. Aí pergunto a você, devemos temer as perseguições externas ou está mais atento aos perigos internos?

Como 1Pedro revela, os líderes da igreja do novo testamento não consideram a perseguição uma ameaça grave. Ao contrário, tais provocações purificam e fortalecem a igreja, forçando os verdadeiros crentes a avançarem e exibirem coragem e fé.

Os verdadeiros perigos para a igreja vêm de dentro. Pense na questão da unidade. Na última ceia com os discípulos, Jesus orou para que os crentes "sejam um, assim como somos um"(Jo 17.11). Mas em uma geração apenas, a igreja se dividiu em seguidores de Paulo e seus rivais, legalistas, independentes, judaizantes e dezenas de grupos diferentes.

O autor de 2Pedro reserva palavras fortes de correção para tais divisores. Lembra-os que o evangelho não é um contos de fadas, nem uma coleção de fábulas engenhosamente inventadas. Como testemunho ocular do Monte da Transfiguração, ele ouviu Deus a retumbante aprovação de seu filho Jesus. Se esse Deus prometeu uma segunda vinda, então pode ter certeza de que ela aconteçerá.

Como em diversas cartas do novo testamento, a ênfase em 2Pedro se alterna entre no que acredita e que tipo de pessoa ser. O autor apresenta uma lista progressiva de qualidades - fé, bondade, sabedoria, autocontrole, perseverança, piedade, fraternidade, amor - que darão forças contra quaisquer tentações no sentido da desunião.
Deus fortaleça sua vida. Um forte abraço!!
Lembrete: Toda Terça e Quinta estaremos juntos aqui no blog. Que também pode ser acessado
pelo alagoasgospel.com.br. Aguardo sua participação.



sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Avatar e a Vindoura Religião Mundial Única


O filme Avatar*, de James Cameron, é um fascinante e arrebatador sucesso nos cinemas. Seus efeitos especiais são tão tremendos que transportam a audiência vividamente para um outro mundo, no qual adorar uma árvore e ter comunhão com espíritos não são apenas aceitáveis, mas atraentes. Avatar é também marcadamente panteísta e essencialmente o evangelho segundo James Cameron. Esse tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas do filme: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de todas as coisas viventes”.
Sobretudo, o filme é repleto de mágica ritualística, comunhão com espíritos, xamanismo, e descarada idolatria, de forma que condiciona os espectadores a acreditarem nessas mentiras do ocultismo pagão. Além disso, a platéia é levada a simpatizar com o Avatar e termina torcendo por ele quando é iniciado nos rituais pagãos. No final, até mesmo a cientista-chefe torna-se pagã, proclamando que está “com Eywa, ela é real” e que ficará com Eywa após sua morte.
Enquanto a representação fictícia de James Cameron a respeito da religião da natureza presta-se muito bem à mentira da Nova Era de que as religiões dos nativos americanos [indígenas] eram favoráveis à vida e inofensivas, a representação dos sacerdotes maias em Apocalypto (de Mel Gibson), devedores de divindades sedentas por sangue, que exigiam o sangue de suas vítimas sacrificiais, estava muito mais perto da verdade. A maneira adocicada e romântica com que James Cameron mostra os selvagens e os antigos cultos à natureza em Avatar é oposta aos fatos encontrados em antigos códices e achados arqueológicos: estes revelam que os astecas, os maias e os incas estavam todos envolvidos em sacrifícios humanos em massa, inclusive tomando a vida de criancinhas inocentes para apaziguar seus deuses demoníacos.
O tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas De Avatar: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de Todas as coisas viventes”.
Conhecendo o histórico das obras de James Cameron em atacar o cristianismo, e especialmente a ressurreição de Cristo no documentário absolutamente desacreditado The Lost Tomb of Jesus [exibido no Brasil como “O Sepulcro Esquecido de Jesus” e lançado em DVD como “O Sepulcro Secreto de Jesus”], não deveria nos surpreender que ele escrevesse e dirigisse uma propaganda de 300 milhões de dólares para promover o culto à natureza e aos espíritos.
Claramente, Hollywood tem tido uma influência persistente em arrancar os EUA [e o Ocidente] de suas raízes cristãs conservadoras e levá-los a crenças e práticas do ocultismo da Nova Era. O panteísmo atrai a turma de Hollywood porque ensina que todos somos Deus e que não precisamos nos preocupar em sermos obedientes ou em prestarmos conta diante de um Deus pessoal que criou o Universo. Entretanto, não são apenas os diretores [de cinema] que rejeitam a Cristo que estão buscando fazer com que o mundo abrace a adoração à Terra sob a máscara de sua imaginária Deusa-Mãe Terra; é também o próprio líder do movimento do aquecimento global, Al Gore.
Em seu livro Earth in the Balance, Gore sugere que voltemos à adoração da natureza e eleva várias seitas de adoradores da natureza e religiões dos nativos americanos ao status de modelo para nós: