terça-feira, 16 de março de 2010

UNIDOS SEMPRE!!!


Graça e paz internauta do Senhor! O texto que proponho, discorre sobre um tema bastante pertinente. Aí pergunto a você, devemos temer as perseguições externas ou está mais atento aos perigos internos?

Como 1Pedro revela, os líderes da igreja do novo testamento não consideram a perseguição uma ameaça grave. Ao contrário, tais provocações purificam e fortalecem a igreja, forçando os verdadeiros crentes a avançarem e exibirem coragem e fé.

Os verdadeiros perigos para a igreja vêm de dentro. Pense na questão da unidade. Na última ceia com os discípulos, Jesus orou para que os crentes "sejam um, assim como somos um"(Jo 17.11). Mas em uma geração apenas, a igreja se dividiu em seguidores de Paulo e seus rivais, legalistas, independentes, judaizantes e dezenas de grupos diferentes.

O autor de 2Pedro reserva palavras fortes de correção para tais divisores. Lembra-os que o evangelho não é um contos de fadas, nem uma coleção de fábulas engenhosamente inventadas. Como testemunho ocular do Monte da Transfiguração, ele ouviu Deus a retumbante aprovação de seu filho Jesus. Se esse Deus prometeu uma segunda vinda, então pode ter certeza de que ela aconteçerá.

Como em diversas cartas do novo testamento, a ênfase em 2Pedro se alterna entre no que acredita e que tipo de pessoa ser. O autor apresenta uma lista progressiva de qualidades - fé, bondade, sabedoria, autocontrole, perseverança, piedade, fraternidade, amor - que darão forças contra quaisquer tentações no sentido da desunião.
Deus fortaleça sua vida. Um forte abraço!!
Lembrete: Toda Terça e Quinta estaremos juntos aqui no blog. Que também pode ser acessado
pelo alagoasgospel.com.br. Aguardo sua participação.



sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Avatar e a Vindoura Religião Mundial Única


O filme Avatar*, de James Cameron, é um fascinante e arrebatador sucesso nos cinemas. Seus efeitos especiais são tão tremendos que transportam a audiência vividamente para um outro mundo, no qual adorar uma árvore e ter comunhão com espíritos não são apenas aceitáveis, mas atraentes. Avatar é também marcadamente panteísta e essencialmente o evangelho segundo James Cameron. Esse tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas do filme: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de todas as coisas viventes”.
Sobretudo, o filme é repleto de mágica ritualística, comunhão com espíritos, xamanismo, e descarada idolatria, de forma que condiciona os espectadores a acreditarem nessas mentiras do ocultismo pagão. Além disso, a platéia é levada a simpatizar com o Avatar e termina torcendo por ele quando é iniciado nos rituais pagãos. No final, até mesmo a cientista-chefe torna-se pagã, proclamando que está “com Eywa, ela é real” e que ficará com Eywa após sua morte.
Enquanto a representação fictícia de James Cameron a respeito da religião da natureza presta-se muito bem à mentira da Nova Era de que as religiões dos nativos americanos [indígenas] eram favoráveis à vida e inofensivas, a representação dos sacerdotes maias em Apocalypto (de Mel Gibson), devedores de divindades sedentas por sangue, que exigiam o sangue de suas vítimas sacrificiais, estava muito mais perto da verdade. A maneira adocicada e romântica com que James Cameron mostra os selvagens e os antigos cultos à natureza em Avatar é oposta aos fatos encontrados em antigos códices e achados arqueológicos: estes revelam que os astecas, os maias e os incas estavam todos envolvidos em sacrifícios humanos em massa, inclusive tomando a vida de criancinhas inocentes para apaziguar seus deuses demoníacos.
O tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas De Avatar: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de Todas as coisas viventes”.
Conhecendo o histórico das obras de James Cameron em atacar o cristianismo, e especialmente a ressurreição de Cristo no documentário absolutamente desacreditado The Lost Tomb of Jesus [exibido no Brasil como “O Sepulcro Esquecido de Jesus” e lançado em DVD como “O Sepulcro Secreto de Jesus”], não deveria nos surpreender que ele escrevesse e dirigisse uma propaganda de 300 milhões de dólares para promover o culto à natureza e aos espíritos.
Claramente, Hollywood tem tido uma influência persistente em arrancar os EUA [e o Ocidente] de suas raízes cristãs conservadoras e levá-los a crenças e práticas do ocultismo da Nova Era. O panteísmo atrai a turma de Hollywood porque ensina que todos somos Deus e que não precisamos nos preocupar em sermos obedientes ou em prestarmos conta diante de um Deus pessoal que criou o Universo. Entretanto, não são apenas os diretores [de cinema] que rejeitam a Cristo que estão buscando fazer com que o mundo abrace a adoração à Terra sob a máscara de sua imaginária Deusa-Mãe Terra; é também o próprio líder do movimento do aquecimento global, Al Gore.
Em seu livro Earth in the Balance, Gore sugere que voltemos à adoração da natureza e eleva várias seitas de adoradores da natureza e religiões dos nativos americanos ao status de modelo para nós: